Just try to never grow up
"20 de Dezembro de 2003.
Oi, eu mesma! Já deve fazer uns sete anos que eu escrevi essa carta, ou mais. Nós duas mudamos muito? Nos distanciamos de quem? Conhecemos quem?
Não sei como está a minha própria vida nesse exato momento que você está lendo essa carta. Você é legal com as pessoas, com o papai e a mamãe? Não sei quantos anos eles vão ter quando você ler isso, mas espero que continue os amando assim como eu amava.
E suas amigas? Você ainda vai na casa delas todo dia, como eu fazia, e brinca de Barbie? Ou você mudou de escola? Na verdade, você se lembra da Gi e da Lú ainda? Elas são as minhas melhores amigas atualmente. Quem são as suas? Você se lembra de como você gostava de dar risada, de sentir o vento no rosto, de simplesmente sorrir e enfrentar a vida... como a mamãe diria, de cabeça pra cima?
Eu adoro fazer isso! Honestamente, eu futurística, eu espero que um dia nós nos encontremos numa realidade paralela, aonde eu posso conversar e dar risada junto com vocês. Nós seríamos como irmãs!! Mas o que eu quero dizer é que espero que você não tenha esquecida da família, de Deus, de seus amigos.
Pelas minhas contas, eu tenho dez anos atualmente e escrevi essa carta para você ler quando tiver 17 anos. Você vai ser quase maior de idade, legal! Espero que, acima de tudo, você se lembre de como é bom ser criança, como é bom ter amigos e como é bom ter uma família para te apoiar em tudo, amiga.
Lembre-se sempre: sem eles, nós não seríamos nada. Então, quando você estiver lendo isso, saiba que eu me amo muito e espero ser muito feliz.
Felicidades, abraços, beijos e unicórnios (você ainda acredita neles?) de você mesma há sete (quase oito) anos atrás.
(não mude pelas pessoas, mude pelo que vale a pena)."
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